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Refrão De Bolero (Letra)
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Eu que falei:
Nem pensar
Agora eu me arrependo
Roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão...

Mas eu falei
Sem pensar
Coração na mão
Como refrão de bolero
Eu fui sincero
Como não se pode ser...

E um erro assim, tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E quando acaba a bebedeira
Ele consegue nos achar...

Num bar!

Com um vinho barato
Um cigarro no cinzeiro
E uma cara embriagada
No espelho do banheiro...

Teus lábios são
Labirintos!
Que atraem os meus
Instintos mais sacanas
O teu olhar sempre distante
Sempre me engana
Eu entro sempre na tua
Dança de cigana

Eu que falei:
Nem pensar
Agora me arrependo
Roendo as unhas
Frágeis testemunhas
De um crime sem perdão...

Mas eu falei sem pensar
Coração na mão
Como refrão de um bolero
Eu fui sincero, eu fui sincero...

Teus lábios são labirintos!
Que atraem os meus
Instintos mais sacanas
O teu olhar sempre me engana
É o fim do mundo
Todo dia da semana

Teus lábios são labirintos!
Que atraem os meus
Instintos mais sacanas
E teu olhar sempre me engana
É o fim do mundo
Todo dia da semana...
.
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